O ex-primeiro-ministro israelita Ehud Olmert foi esta terça-feira condenado a seis anos de prisão por corrupção no âmbito de um escândalo imobiliário quando era presidente da câmara de Jerusalém (1993-2003), anunciaram media israelitas.

Ao fim de dois anos de processo, o tribunal de Telavive condenou Olmert a seis anos de prisão e ao pagamento de uma multa de um milhão de shekels (210 mil euros), numa sentença retransmitida em direto pelas principais rádios israelitas.

Olmert «detinha o cargo mais central e mais importante e acabou condenado pelos crimes mais desprezíveis», declarou o juiz David Rosen. «Um responsável público que aceita subornos é idêntico a um traidor», sublinhou.