Amira, 15 anos, morreu após recusar-se a usar o véu tradicional islâmico, o hijab.

A adolescente egípcia não aguentou a pressão da família que contestava a sua decisão de não usar o véu. Amira acabou por pegar a arma do pai e matou-se na semana passada, na província de Giza.

A investigação já confirmou a tese de suicídio, noticia o «Ypum 7», que a televisão Al Arabyia cita.