O Estado Islâmico sequestrou 20 profissionais de saúde em Sirte, na Líbia, depois de ter atacado o Hospital Ibn Sina.

Os reféns, todos estrangeiros, estavam prestes a seguir para a capital do país, Tripoli, de autocarro, quando cerca de 30 jihadistas invadiram as instalações do hospital. A maioria dos reféns é das Filipinas, mas também há cidadãos da Ucrânia, Índia e Sérvia.

Uma fonte hospitalar explicou que a equipa ia tentar sair do país, por questões de segurança. Mas o Estado Islâmico não teria muito interesse em que isso acontecesse, uma vez que os profissionais constituíam a única equipa médica no local - necessária para tratar dos guerrilheiros feridos.

Sirte localiza-se entre Tripoli e Benghazi e foi palco de violentos confrontos durante a guerra civil. No ano passado, a cidade foi tomada pelos jihadistas, incluindo o hospital.

O grupo reivindicou a decapitação de 21 cristãos de origem egípcia no país, há cerca de dois meses.