Cerca de 17 mil presos começaram hoje uma greve de fome no Egipto em protesto contra as condições em que vivem e os alegados abusos que sofrem, indica a Irmandade Muçulmana.

No comunicado divulgado hoje, aquela organização explicou que aqueles presos se encontram em dependências militares e permanecem «ilegalmente detidos sem nenhuma justificação».

Os presos decidiram assim denunciar que estão em celas sem ventilação, não podem receber visitas de advogados ou familiares e sofrem «repetidas e horríveis torturas».