O governo ucraniano anunciou um cessar-fogo unilateral durante uma semana, até 27 de junho. Kiev cala as armas contra os separatistas russos até á próxima sexta-feira.

As armas serão usadas apenas em caso de ataque das forças pró-russas.

Uma decisão do presidente Petro Poroshenko um dia depois de ter proposto ao presidente russo Vladimir Putin um plano de paz para o leste da Ucrânia.

Moscovo já veio dizer que o cessar-fogo não passa de um ultimato aos separatistas pró-russos.

E, a complicar ainda mais o cenário, os estados unidos denunciam reforço de tropas russas junto da fronteira com a Ucrânia.

A Rússia criticou severamente o anúncio o cessar-fogo, declarando tratar-se realmente de «um ultimato» dirigido aos rebeldes do sudeste da Ucrânia para que estes deponham as armas.

O chefe de Estado ucraniano decretou hoje um cessar-fogo de uma semana para permitir aos rebeldes pró-russos a deposição das armas e o lançamento um ambicioso plano de paz, condições criticadas por Moscovo e pelos separatistas.

«Uma primeira análise mostra infelizmente que não se trata de um convite à paz e para negociações, mas de um ultimato dirigido aos rebeldes do sudeste da Ucrânia para que eles deponham as suas armas», declarou o serviço de imprensa do Kremlin, citado pelas agências de notícias russas.