Notícia atualizada

Cerca de 1.200 pessoas poderão ter morrido na passagem do tufão Haiyan pelas Filipinas, um dos mais fortes de sempre em todo o planeta, anunciou hoje a Cruz Vermelha local.

«Trata-se de uma avaliação. Outros (as autoridades) devem fazer a contagem» concreta das perdas humanas provocadas pela tempestade, disse à AFP a secretária geral da Cruz Vermelha filipina, Gwendolyn Pang.

As autoridades locais referem os ventos com uma média de 235 quilómetros por hora, mas as rajadas chegaram aos 315 quilómetros por hora em alguns pontos, a que se juntam tempestades no mar, com vagas que atingiram as cidades costeiras.

O diretor do aeroporto de Tacloban revelou a Manila que, pelo menos, «100 cadáveres estavam espalhados nas ruas» além de ter identificado outra centena de feridos.

Vietname iniciaram operação de deslocação

As autoridades do Vietname iniciaram uma operação para deslocar cerca de 100.000 pessoas perante a chegada do super tufão Haiyan que fustigou a região central das Filipinas deixando ainda um número indeterminado de mortos.

A manter a direção atual, o Haiyan - a maior e mais forte tempestade de 2013 em todo o mundo - deverá atingir a costa do Vietname na manhã de domingo e vai ainda influenciar o estado do tempo na ilha chinesa de Hainão, onde as autoridades já elevaram para ¿amarelo¿ o nível de alerta.

Na sexta-feira, a tempestade, de nível 5, o mais elevado, assolou as Filipinas com ventos médios de 235 quilómetros por hora e rajadas em alguns pontos de 315 quilómetros por hora.