O Papa Francisco recomendou esta segunda-feira aos profissionais de saúde que trabalham para a Igreja em África que eduquem a população para a «responsabilidade sexual» e «castidade», defendendo a «monogamia» e a «fidelidade» entre os casais.

Num discurso dirigido aos bispos da Tanzânia, em visita de trabalho «ad limina», o Papa elogiou o trabalho de todos aqueles que, na Igreja, «cuidam de pessoas que sofrem de sida».

«Eu penso especialmente no testemunho daqueles que trabalham de uma maneira diligente para educar as pessoas no campo da responsabilidade sexual e da castidade», adiantou.

O Papa Francisco sublinhou que é promovendo na oração, «a fidelidade conjugal, a monogamia, a pureza e o humilde serviço de cada um nas famílias», que a Igreja na Tanzânia pode contribuir para o «bem-estar social» neste país.

Exortou ainda os bispos da Tanzânia para trabalharem com o governo e as instituições da sociedade civil para promover o «perdão» e a «paz».

O Papa Francisco está a reunir-se com delegações de diversas conferências episcopais africanas.

Tem defendido a castidade e a monogamia, mas até agora ainda não levantou a questão do preservativo na luta contra a sida, escreve a Lusa.