O exército e os serviços secretos de Israel prenderam esta terça de madrugada mais 41 palestinianos, na sua maioria militantes islamitas, em ações levadas a cabo em vários distritos da Cisjordânia integradas nas buscas pelos três jovens israelitas desaparecidos.

Com as detenções agora anunciadas são quase 200 os palestinianos já detidos desde sexta-feira quando as forças israelitas lançaram uma vasta operação militar para encontrar os jovens Gilad Shaer e Naftalí Frenkel, ambos de 16 anos, e Eyal Yifrach, de 19.

«Enquanto os nossos jovens estiverem sequestrados, (o movimento islamita) Hamás vaoi sentir-se perseguido, paralisado e ameaçado», disse o coronel Peter Lerner, porta-voz do exército israelita num comunicado.

Também o Governo português condenou fortemente, em comunicado que a Lusa cita, o desaparecimento de três jovens israelitas, que terão sido raptados na Cisjordânia, considerando que a violência «prejudica o esforço» para a paz entre Israel e Palestina.

Num comunicado divulgado pelo ministério dos Negócios Estrangeiros, Portugal afirma condenar «fortemente o desaparecimento de três jovens israelitas que terão sido raptados na Cisjordânia», e diz esperar que estes «possam regressar o mais depressa possível para junto das suas famílias».