O presidente francês, François Hollande, está nas bocas do mundo esta sexta-feira, depois da revista «Closer» alegadamente divulgar provas da relação entre o chefe de Estado e uma atriz.

Hollande já reagiu à notícia que já extravasou para outros meios de comunicação social franceses e mundiais, anunciando que tenciona processar a publicação.

A revista relata que o presidente passa muitas vezes a noite num apartamento perto do Palácio do Eliseu, a sua residência oficial. O casal chega separado. O presidente chega de moto e com um capacete. No dia seguinte, o guarda-costas de Hollande vai levar croissants.

Embora seja manchete esta semana na «Closer», esta não é a primeira vez que surgem rumores da relação. A mesma publicação já o tinha feito e Julie Gayet - assim se chama a atriz - foi confrontada com a pergunta num programa de televisão onde estava a promover o seu novo filma. A atriz recusou-se a responder, mas o assunto não morreu aí, como confirmam as notícias desta sexta-feira.

François Hollande vive com Valerie Trierweiler, uma jornalista por quem deixou a mulher, a socialista Segolene Royal, que também foi candidata à presidência francesa e mãe dos seus quatro filhos.

Num comunicado enviado à agência France Presse, Hollande afirma que, «como qualquer cidadão, tem direito à privacidade».

François Hollande é uma figura pública, mas onde começa a sua privacidade. Qual a linha que separa uma coisa da outra, a lembrar o caso de Kate Middleton, fotografada nas férias em topless.

A vida privada dos presidentes franceses tem sido um alvo apetecível da imprensa cor¿de-rosa. Mitterand tinha uma amante e uma filha bastarda, Chirac confessou amar muitas mulheres. Mais recentemente, Nicolas Sarkozy, antecessor de Hollande, casou durante o seu mandato com a estrela da música carla Bruni e, mesmo assim, não se livrou dos rumores de que era o pai do filho de uma das suas ministras, mãe solteira e que não revelou a paternidade da criança.