A China, apontada como o maior mercado mundial ilegal de marfim, destruiu esta segunda-feira 6,1 toneladas daquele valioso e protegido produto, na primeira operação pública do género realizada no país, disse a agência noticiosa oficial chinesa.

A destruição, destinada a «desencorajar o tráfico ilegal de marfim, proteger a vida selvagem e elevar a consciência», decorreu em Dongguan, no sul da China, com peças trabalhados e material em bruto «confiscados ao longo de anos» pelas autoridades chinesas.

Em média, 96 elefantes são abatidos diariamente no mundo para extração e comércio ilegal do marfim, contrariando as leis em vigor desde o final da década de 1980, disse o apresentador da CCTV (Televisão Central da China) ao noticiar a inédita iniciativa em Dongguang.