A figura frágil que Jane Haining aparentava nas fotos não retratava, afinal, a bravura que revelou contra o nazismo.

A escocesa cuidou e protegeu centenas de raparigas durante o Holocausto, numa escola na Hungria.

A descoberta do testamento desta mulher vem confirmar que ela estava consciente de que a sua vida corria perigo. 

Jane Haining veio a morrer no campo de concentração de Auchwitz, em 1944. Mas, antes, e durante quatro anos, defendeu 315 raparigas judaicas, muitas delas órfãs.

“Se estas crianças precisam de mim nos dias de sol, muito mais precisam de mim nos dias de escuridão”.

Foi este o seu “crime”, como escreve a Igreja da Escócia no Facebook.