A população de Campo Mourão, no Brasil, está chocada com a morte de uma jovem de 24 anos, que estava desaparecida há semanas.

O corpo da jovem Tatiane Jezualdo foi encontrado no rio, esquartejado. O principal suspeito é um colega de trabalho, Anderson Oliveira, que alegadamente já confessou o crime à polícia.

Tatiane desapareceu no dia 3 de junho e a família recebeu uma mensagem enviada do seu telemóvel a dizer que estava bem e que se encontrava noutra cidade, mas a situação pareceu suspeita e o pior acabou por se confirmar.

Tatiane terá morrido após apanhar boleia do colega de trabalho, pelas 07:30 da manhã do dia 3 de junho. Entre o momento em que entra no carro e a morte, não terão passado duas horas, segundo disse a polícia em conferência de imprensa que a CATVE reporta.

A polícia encontrou um vídeo de 1:30 minuto de Tatiane seminua e que pergunta a Anderson se vai matá-la. O que o vídeo não mostra e que a polícia apurou é que a seguir os dois discutiram e o homem acabou por confessar o estrangulamento. A seguir, cortou o corpo com uma faca e atirou ao rio. Queimou as roupas da rapariga e continuou a sua rotina de trabalho normal.

Depois de mandar a mensagem à família destruiu o telemóvel na empresa onde ambos trabalhavam.

As pontas soltas fizeram com que a polícia lhe arrancasse a confissão do crime, ainda que o motivo não esteja esclarecido, já que ele alegou inicialmente que Tatiane o tinha ameaçado com uma fotografia do carro da empresa atolado, mas essa fotografia parece não existir e Anderson reportou à empresa o incidente com o carro, o que invalida o argumento de temer a ameaça.

Perguntas para as quais a família e as autoridades ainda esperam uma resposta. A autópsia às partes do corpo de Tatiane também vão procurar saber se a jovem foi ou não violada.