«O Presidente nunca teve grande paciência para conversas de circunstância, para jogos de bastidores, tudo coisas fundamentais para conquistar o voto de elementos do outro lado da bancada num Congresso que lhe é especialmente hostil. Nesse sentido, é muito diferente de Bill Clinton, que mesmo quando sabia que tinha um voto perdido, não desistia de falar durante muito tempo com congressistas republicanos»





«Não concordo em quase nada com ele em termos políticos, mas o Presidente é um tipo sério, honesto. Gosto dele». 




















Donde, fica impossível decretar «ano mau» para Obama.

Tudo somado, os pontos positivos talvez sejam mais significativos e duráveis. Mas ainda há dois anos para tirarmos isso a limpo.

Obama termina o ano de 2014 com 48% de aprovação, bem acima dos níveis baixos com que foi aguentando o resto do ano. Em democracia, o povo tem sempre razão.

Germano Almeida é jornalista do Maisfutebol, autor dos livros «Histórias da Casa Branca» e «Por Dentro da Reeleição» e do blogue «Casa Branca»