Pelo menos 11 pessoas morreram em Cuba depois de terem consumido álcool adulterado que foi vendido ilegalmente num bairro de Havana, informaram as autoridades locais na sexta-feira.

Outras 55 pessoas estão hospitalizadas, das quais cinco estão em estado grave, também por terem consumido álcool metílico, uma substância normalmente utilizada como reagente em laboratórios e centros de investigação e que é altamente tóxica para o organismo humano, podendo o seu consumo provocar graves sequelas como cegueira e até a morte.

Este caso surgiu no bairro La Lisa, em Havana, onde uma residente comercializou ilegalmente o álcool adulterado que, segundo investigações preliminares, foi roubado de um armazém do Instituto de Farmácia e Alimentos por dois trabalhadores.