As autoridades das Filipinas elevaram esta quarta-feira para 1833 o número de mortos causados pelo tufão Haiyan, que deixou um rasto devastador à sua passagem pelo país.

Os dados foram facultados pelo Conselho para a Gestão e Redução de Desastres das Filipinas, órgão que prossegue com o lento processo de contagem das vítimas e que, no seu mais recente relatório, dá também conta de um universo de 2 623 feridos e de 84 desaparecidos.

O balanço coincide com o do Presidente filipino, Benigno Aquino, que, numa entrevista à CNN, calculou o número de mortos entre os 2 mil e os 2500, um valor muito inferior às estimativas avançadas por governos locais e organizações como a ONU, as quais temem que haja cerca dez mil vítimas mortais.