A capital da Guiné-Bissau era às 23h00 horas locais desta segunda-feira (mesma hora em Lisboa) uma cidade escura com as ruas vazias, sem circulação de automóveis e pessoas, noticia a Lusa.

«Nino» Vieira assassinado (vídeo)

Quase 24 horas depois dos assassínios do presidente guineense, João Bernardo «Nino» Vieira, e do chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, general Tagmé Na Waié, nas ruas estão apenas guardas de empresas de segurança privada.

No centro, onde estão concentrados o gabinete do primeiro-ministro e vários ministérios, não era visível a presença de militares ou de agentes das forças de segurança.

A única zona de Bissau que continua interdita à circulação automóvel e de pessoas é a zona envolvente ao quartel-general das Forças Armadas Guineenses, onde explodiu um bomba accionada por controlo remoto que matou o general Tagmé Na Waié.

Os únicos barulhos que se ouvem em Bissau são os dos geradores, que fornecem luz eléctrica a várias residências particulares.