
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), defendeu, este sábado a criação de uma «força de interposição» na Guiné-Bissau, com o aval das Nações Unidas. Esta foi uma das conclusões saídas de uma reunião de mais de nove horas, em Lisboa.
Em nome dos países da CPLP, o porta-voz da organização condenou o golpe militar e exigiu a reposição da legalidade democrática, assim como a libertação imediata de todos os presos políticos.
A CPLP ameaçou mesmo com «sanções individualizadas» contra os golpistas.