As Forças Armadas dos Estados Unidos reconheceram, pela primeira vez, a existência de vítimas civis dos bombardeamentos que fizeram no Iraque e na Síria, admitindo que um ataque em 2014 matou duas crianças.

“Lamentamos estas mortes não intencionais”, declarou em comunicado o general norte-americano James Terry, o chefe do comando militar que dirige os ataques da coligação internacional que combate os grupos extremistas.

Os norte-americanos reconhecem assim que um ataque lançado contra um grupo extremista em Harim (Síria), em novembro de 2014, matou duas crianças.