O jornalista canadiano Graeme Wood, autor de publicações sobre o grupo extremista Estado Islâmico, defendeu que o terrorismo não significa "o fim da civilização", mas algo que passou a fazer parte da vida moderna.

"O terrorismo não é o fim da nossa civilização, é uma irritação com a qual nós temos de aprender a viver como um aspeto da vida moderna", disse o jornalista, editor da revista Atlantic, em declarações à Lusa, à margem da segunda edição das Conferências de Lisboa, que decorreu na quinta e na sexta-feira na Fundação Calouste Gulbenkian.

Wood, autor de artigos sobre o Estado Islâmico, defende que o movimento "nunca irá acabar, porque é um sonho, uma utopia".