O país do mundo com o governo mais eficiente é o Qatar. Apesar da falta de liberdade de expressão e das mulheres serem cidadãs de segunda, de acordo o relatório Global Competitiveness 2014/2015, do Fórum Económico Mundial (World Economic Forum – WEF), o Qatar é um modelo a seguir para os indicadores em causa na elaboração deste ranking.

A revelação dos governos com o modelo mais eficiente foi feita esta semana e, no top 10, o Qatar não é o único país a surpreender. Entre os melhores aparecem também os Emirados Árabes Unidos ou o Ruanda.

Em segundo lugar surge Singapura e, em terceiro, a Finlândia. Depois, Hong Kong (4), Emirados Árabes Unidos (5), Nova Zelândia (6), Ruanda (7), Malásia (8), Suíça (9) e, por fim, Luxemburgo (10).

Mas o WEF também divulgou os 10 governos menos eficientes. Em primeiro lugar surge a Venezuela, logo seguida da Itália e da Argentina. Em seguida Líbano (4), Líbia (5), Croácia (6), Angola (7), Chade (8), Mauritânia (9) e, por último, Sérvia (10).


Legenda: a verde, os 10 governos mais eficientes, por ordem numérica; a vermelho, os 10 menos eficientes



Portugal não surge nem na lista dos 10 mais eficientes, nem na lista dos 10 menos eficientes. O Fórum Económico Mundial revelou o relatório completo, mas não a lista final com a média de todos os indicadores para os 144 países analisados.



Segundo o Fórum Económico Mundial, a eficiência do seu modelo de governo tem um peso muito importante a nível de competitividade e crescimento económico. Sendo que a burocracia e os regulamentos excessivos, a falta de transparência e leis inadequadas representam um custo a nível de negócios e expansão.



Para encontrar os governos mais eficientes o WEF levou em consideração vários indicadores como, por exemplo, os gastos dos governos, o peso dos regulamentos ou a transparência das decisões legislativas e políticas.