declarou esta segunda-feira

terceiro Bush na Casa Branca





Jeb «overseas»



perigo russoGeorge W. promoveu em 2003 no Iraque.



Quadratura do círculo




Nate Cohn, no New York Times, identifica: «Bush pode ainda estar a caminho da nomeação. Mas a surpresa em torno da sua candidatura é que no momento em que entra oficialmente na corrida ele ainda não colheu grandes benefícios de ser o candidato do centro-direita e já sofreu muitos dos custos».



«Jeb não está a ganhar a «corrida invisível» pelo apoio das elites republicanas. E nem sequer mobilizou ainda os votantes mais moderados. Ele começa numa posição mais fraca do que, por exemplo, o seu irmão em 1999 ou o seu pai em 1987, ou até mesmo Mitt Romney em 2011», insiste Nate Cohn.


New York Times «Tinha um plano de seis meses como candidato-não-declarado: angariaria dezenas de milhões de dólares, iria demarcar-se do controverso irmão ex-presidente, começaria a ganhar apoio dos conservadores e iria estabelecer-se como o candidato inevitável dos republicanos. Mas em vez disso, ainda não conseguiu recolher muito dinheiro e tem estado dividido entre defender e distanciar-se de George W. Bush. Não tem conseguido capitalizar o que fez como governador na imigração e na educação e depara-se com um muro de oposição à sua direita. E assim, no arranque oficial da sua candidatura, Bush vê-se em posição que não imaginaria: parte de um lote muito vasto de candidatos e com várias questões sobre a competência e conservadorismo».



Germano Almeida é jornalista do Maisfutebol, autor dos livros «Histórias da Casa Branca» e «Por Dentro da Reeleição» e do blogue «Casa Branca»