A Autoridade Reguladora Nuclear do Japão decidiu aumentar, de forma significativa, as inspeções ao fundo marinho junto à acidentada central nuclear de Fukushima para verificar os níveis de radioatividade no oceano, noticia hoje o diário Yomiuri.

Apesar de se terem vindo a realizar análises ao fundo marinho, a autoridade reguladora nipónica decidiu aumentar a sua amplitude e, nesse sentido, irá examinar 6.000 pontos diferentes, numa área de mil quilómetros quadrados, devido à crescente preocupação, tanto no Japão como no estrangeiro, em relação às fugas de água radioativa da central, segundo escreve o jornal que a Lusa cita.

Os resultados, a serem conhecidos na primavera, afiguram-se indispensáveis para avaliar o impacto a longo prazo que as fugas de água contaminada podem ter na atividade pesqueira da zona.