"Rejeitamos muito firmemente toda a confusão entre terroristas e refugiados", referem Bernard Cazeneuve e Thomas de Maizière na carta datada de três de dezembro.









"A agência Frontex deve dispor de uma reserva mais importante de forças operacionais destacadas" suscetíveis de ser mobilizadas a qualquer momento, e "em circunstâncias excecionais" deverá "poder tomar a iniciativa de destacar, sob sua responsabilidade, equipas de intervenção rápida para as fronteiras", referem.