A Renamo vai tentar envolver diplomatas estrangeiros em Maputo e organizações internacionais para impor um governo de gestão em Moçambique ou províncias autónomas no centro e norte do país, disse esta terça-feira fonte do maior partido da oposição.

A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) marcou para hoje uma sessão extraordinária do Conselho Político Nacional em Caia, Sofala, centro de Moçambique, para decidir a estratégia a seguir depois da posse do Presidente da República e do novo Governo, saídos das eleições gerais de 15 de outubro, que o partido não reconheceu, por alegada fraude.

«Há necessidade de manter contactos diplomáticos, não só com os países com representações em Moçambique, como com organizações internacionais, porque julgamos que esta causa deve seja entendida pela comunidade internacional», afirmou aos jornalistas Ezequiel Gusse, porta-voz da reunião.