Menos de 24 horas após a morte de dois soldados franceses, François Hollande deslocou-se à República Centro Africana.

À chegada, o presidente francês sublinhou que apesar das duas baixas, a missão é a mesma e ainda que perigosa, é vital para evitar uma carnificina.

Em solo centro-africano Hollande homenageou os dois militares mortos durante uma troca de tiros com elementos das milícias na noite de segunda-feira.

No terreno a situação é cada vez mais tensa. Os soldados tinham como primeira missão o desarmamento dos grupos rebeldes, mas entretanto, os civis também já pegaram em armas.

A violência e as pilhagens tomaram conta da capital, Bangui, e o país mergulhou numa espiral de violência inter-religiosa desde a tomada do poder por uma coligação de grupos radicais muçulmanos.

A missão dos soldados estrangeiros na República Centro Africana é neste momento proteger as populações e garantir o acesso da ajuda humanitária.