que foi dominado por quatro passageiros




“Perguntei-lhe se ele sabia do que estava acusado, ele respondeu que sim. Mas quando lhe lembrei o porquê da sua detenção ficou espantado pela acusação de terrorismo. Sobre a tentativa de homicídio, garantiu que não corresponde à verdade, já que não houve tiros. Não nega a acusação de porte de arma, admite ter a kalashnikov, mas garante que não funcionava e que foi imobilizado antes que pudesse disparar”, disse à Reuters.







“[Kahzzani] explicou que precisava de dinheiro. Contou-me que encontrou a arma por acidente numa mala (…) que estava escondida – suponho que a investigação vai determinar onde –, num parque público perto de uma estação de comboios em Bruxelas, um lugar onde costuma dormir com outros sem-abrigo. Uns dias depois teve a ideia de entrar no comboio, que outros sem-abrigo lhe tinham dito ser usado por pessoas com muito dinheiro (…). Pensou em [assaltar os passageiros] para poder comprar comida. Depois [tinha intenções] de disparar contra uma janela e saltar do comboio.”






numa carruagem de arma na mão

Spencer Stone, militar da Força Aérea norte-americana