Um tribunal turco proibiu hoje os jornalistas e cidadãos do país de difundir fotografias ou vídeos do atentado suicida que causou 32 mortos em Suruç na segunda-feira, levando ao bloqueio temporário da rede social Twitter.

Um bombista suicida identificado como sendo um turco de 20 anos fez-se explodir na segunda-feira no jardim do centro cultural de Suruç, cidade perto da fronteira com a Síria, causando 32 mortos e uma centena de feridos entre um grupo de jovens militantes de esquerda partidários da causa curda, que se preparavam para atravessar a fronteira para participar na reconstrução da cidade de Kobane.

O tribunal ordenou a remoção de 107 publicações do 'site' relacionadas com o ataque, e quando o Twitter apenas removeu 50, o tribunal ordenou o seu bloqueio, segundo a agência estatal Anadolu citada pelo jornal turco Daily Hurriyet.