Vladimir Putin foi eleito o homem mais poderoso do mundo, pela terceira vez consecutiva, pelo ranking anual da revista Forbes. Angela Merkel e Barack Obama também fazem parte do pódio da lista, que nomeia todos os anos as 73 pessoas mais influentes a nível mundial.

O troféu foi mais uma vez para o presidente russo, que esteve nas luzes da ribalta, em 2015. Vladimir Putin protagonizou, este ano, alguns dos episódios mais importantes da política internacional.

Desde o envolvimento nos conflitos no leste da Ucrânia, enviando tropas e armamento aos separatistas pró-russos, ao início da campanha militar contra o Estado Islâmico, na Síria. Vladimir Putin tem ganho popularidade na Rússia e, agora, também a nível internacional.

O ano de 2015 serviu também para aquecer as relações com os EUA, estagnadas desde o fim da Guerra Fria, cooperando para conseguir uma intervenção conjunta no Médio Oriente, e para aumentar o armamento nuclear do país.

O segundo lugar pertence, sem surpresas, à chanceler alemã, Angela Merkel, que também esteve no centro de algumas polémicas em 2015. A líder da Alemanha é a única das nove mulheres que integram a lista a entrar no top 5, muito devido às negociações com a Grécia e à forma como está a lidar com a crise de refugiados.

Barack Obama ficou na terceira posição e tornou-se, segundo a revista, o primeiro presidente norte-americano a não estar nos dois primeiros lugares, na história do ranking da Forbes. Obama desceu uma posição desde o ano passado.

O Papa Francisco ficou na quarta posição. Depois de ter visitado Cuba e os EUA, alertado para as mudanças climáticas e a imigração e ter enchido manchetes por causa das polémicas sobre o casamento homossexual, o pontífice argentino está a ganhar cada vez mais relevância a nível mundial.

Em quinto ficou o presidente chinês, Xi Jinping, que já foi nomeado o governante mais poderoso na China, desde Mao Tse-Tung, seguido por Bill Gates, na sexta posição.

Janet Yellen, a responsável pelo Sistema de Reserva Federal dos EUA, alcançou a sétima posição, enquanto David Cameron ficou em oitavo, depois de ter ganho inesperadamente as eleições, em maio deste ano.

A fechar o top 10 estão Narendra Modi, em nono, e o CEO da Alphabet, Larry Page.