“O Natal é muito mais importante do que um diretor a ser provocador”, afirmou Matteo Renzi, em declarações publicadas na edição de domingo do jornal “Corriere della Sera”.

 “Se ele pensa que está a promover a integração e a coexistência desta forma, parece-me que ele cometeu um erro enorme”, defendeu o chefe de Governo.

“Os italianos, tanto laicos como cristãos, nunca irão desistir do Natal”, rematou.




“Num ambiente multiétnico, provoca problemas. No ano passado tivemos o concerto de Natal e alguns pais insistiram que houvesse canções de Natal. As crianças muçulmanas não cantaram, ficaram ali paradas, absolutamente rígidas. Não é simpático ver uma criança sem cantar e a ser chamada pelos pais para sair do palco”, observou, citado pelo “The Guardian”.