O conflito entre israelitas e palestinianos registou em 2014 o ano mais sangrento da guerra com mais de duas mil mortes, entre as quais de 1.500 civis, indicam dados das Nações Unidas.

As Nações Unidas apelam a ambos os lados do conflito para procurarem travar a violência e salientam a necessidade de todos cumprirem o seu papel e «obrigados legais» em combate, nomeadamente na proteção dos civis.

A ONU considera que os civis «continuam a ser objeto de ameaças à sua vida, integridade física e liberdade» com 2014 a ser testemunha «do maior número de mortos desde 1967».

Nas contas das Nações Unidas, o ano passado morreram na Faixa de Gaz 1.500 civis – entre um balanço de 2.000 mortos –, mais de 11.000 ficaram feridos e 100.000 foram deslocados.

Entre as vítimas mortais encontram-se mais de 550 crianças.