São várias as teorias da conspiração nas redes sociais à volta do que realmente provocou as explosões em Tianjin, na China, na semana passada. O governo chinês já bloqueou as contas de pelo menos 360 utilizadores e, agora, sabe-se que foram bloqueadas, também, dezenas de páginas da Internet com que continham críticas às operações de socorro e às investigação sobre o que aconteceu.

Ao certo, segundo um comunicado da Administração do Ciberespaço da China, foram encerrados ou suspensos temporariamente 50 sites. 

Essas páginas “criam pânico publicando informação sem verificá-la ou permitindo aos seus utilizadores divulgar rumores infundados”.


Entre os rumores, aponta a administração no comunicado citado pela agência oficial de notícias Xinhua, estão informações de que “as explosões causaram pelo menos 1.000 mortos” e de que “os supermercados em Tianjin foram saqueados”.

Ao mesmo tempo, existirão comentários a defender uma mudança do governo no município.

O último balanço oficial dá conta de 112 mortos e pelo menos 95 desaparecidos, a maioria bombeiros, na sequência das explosões.

Foi também já reconhecida publicamente a presença de centenas de toneladas de cianeto de sódio no local das explosões. Trata-se de um químico altamente mortal.