A polícia tailandesa afirmou hoje que suspeita que pelo menos dez pessoas estejam implicadas no atentado de segunda-feira, que matou 20 pessoas em Banguecoque, segundo o portal do canal Thai PBS. Entre as vítimas mortais estavam 14 estrangeiros.

O chefe da polícia, Somyot Poompanmuang, indicou que o ataque foi planeado por uma rede, a que alguns tailandeses disponibilizaram explosivos.

No entanto, a junta militar acredita que o ataque não foi levado a cabo por uma organização terrorista internacional, apesar de um estrangeiro ter sido identificado como principal suspeito.

Autoridades acreditam ainda que a China não era o alvo. Único objetivo seria atingir a economia do país.
 

Tailândia pede ajuda à Interpol para encontrar o bombista


As autoridades tailandesas anunciaram hoje que vão pedir ajuda à Interpol para encontrar o bombista de Banguecoque, depois de um homem estrangeiro ter sido identificado como o principal suspeito.

“Vamos pedir hoje ajuda à Interpol” disse à AFP Apichart Suriboonya, chefe da unidade tailandesa da Interpol, acrescentando que as autoridades não estão certas se o suspeito já deixou o país.


Segundo a polícia, ninguém com as características físicas do suspeito abandonou o país desde o atentado. Pela menos, através das saídas expetáveis como, por exemplo, aeroportos.

Um tribunal tailandês emitiu na quarta-feira um mandado de captura contra um estrangeiro não identificado, na sequência do atentado de segunda-feira em Banguecoque e pouco depois da difusão pela polícia de um retrato-robô do principal suspeito.
 

Em relação à nacionalidade do principal suspeito do atentado, depois de muitas especulações, as autoridades admitem agora, que “pode ser alguém do país, que se vestiu de forma a parecer estrangeiro”.