A mãe de um homem executado há 20 anos por um assassínio confessado mais tarde por outra pessoa compareceu esta segunda-feira num tribunal chinês, numa altura em que aumenta a pressão para se corrigirem os erros da justiça.

A reabertura pelo tribunal do processo de Nie Shubin, executado em 1995, aos 20 anos, por um pelotão de fuzilamento por violação e assassinato, acontece uma semana depois de um outro tribunal ter declarado inocente um adolescente executado pelas mesmas acusações em 1996.

O dirigente Partido Comunista está a tentar atenuar o ressentimento causado por sentenças erradas, que são alimentadas pela dependência policial de confissões forçadas e pela falta de uma defesa eficaz.