“Absolutamente não”, respondeu Clinton,

Hillary Clinton também se mostrou "orgulhosa" da assinatura do acordo nuclear com o Irão. 

Bernie Sanders, Hillary Clinton e Martin O'Malley, debateram em Charleston, na Carolina do Sul, pela última vez antes das votações em Iowa, daqui a duas semanas.

No arranque das votações, estado a estado - com início no Iowa e New Hampshire -, para escolher quem será o democrata a concorrer contra os republicanos na corrida à Casa Branca, Hillary Clinton puxou da sua experiência. Antiga primeira-dama norte-americana e ex-secretária de Estado, Clinton conhece os cantos à Casa (Branca) e à política. E foi da política de Obama, de quem foi secretária de Estado, que Hillary Clinton tomou a defesa.

Os pré-candidatos democratas às presidenciais dos Estados Unidos, Bernie Sanders e Hillary Clinton, entraram em conflito em torno de planos de saúde e venda de armas no último debate antes das primeiras votações.

 

Obamacare e as armas da discórdia

O debate aqueceu com a discussão sobre o futuro do "Obamacare", uma das bandeiras do atual presidente, para permitir acesso à saúde para todos. Sanders, que se tem aproximado de Clinton nas sondagens, revelou, duas horas antes do início do debate, a sua proposta de plano de saúde, "Medicare for All", que garantiu poder poupar às famílias norte-americanas de classe média milhares de dólares por ano. Clinton acusou-o de querer "rasgar" o plano já existente e querer começar "tudo de novo", o que considerou o "caminho errado", cita a CNN. 

O debate viveu da troca de argumentos entre Clinton e Sanders. Aliás, Martin O'Malley queixou-se que não estava a ter o mesmo tempo que os outros participantes no debate transmitido na NBC. 

A ex-secretária de Estado acusou o senador de "votar, muitas vezes, em defesa do lobby das armas, a NRA". Sanders acusou Clinton de "não estar a ser honesta".