Cerca de 57% da população africana vive em áreas de risco moderado ou elevado de malária, apesar de os investimentos da última década terem permitido «reduções substanciais na transmissão», revela um estudo hoje publicado na revista The Lancet.

Investigadores do Instituto de Investigação Médica do Quénia, da Universidade de Oxford e do departamento regional da Organização Mundial de Saúde para a África reuniram o maior número de sempre de estudos baseados na comunidade, cobrindo um total de 3,5 milhões de pessoas em 44 países africanos onde a malária é endémica desde 1980.

Descobriram então uma redução da prevalência da malária em crianças em 40 dos 44 países entre 2000, ano em que foi lançada a iniciativa Roll Back Malaria (Travar a Malária), e 2010.