«As evidências mostram que o consumo moderado do álcool é melhor do que abster-se totalmente. E que beber demais é pior do que abstenção - contudo, as quantidades moderadas podem ser maiores do que as diretrizes indicam», acrescenta Poikolainen. 



«O álcool é uma toxina e os riscos são maiores que os benefícios», afirmou.