Um tribunal egípcio condenou um homem a seis anos de cadeia e a uma multa por ter aberto uma página cristã nas redes sociais.

Segundo a lei egípcia, que se rege de acordo com a religião muçulmana, o homem cometeu uma blasfémia.

O caso vem a público através de uma associação de defesa internacional de cristãos, que denuncia que o artigo do Código Penal que proíbe ridicularizar símbolos religiosos «serve para tudo» e como perseguição de minorias religiosas. Kerolos Shawky foi a «vítima» que se seguiu desta lei sectária, ao fazer «gosto» numa página cristã no Facebook.

A organização cristã ICC acrescenta que este foi o terceiro caso desde que Abdel Fatah El-Sisi assumiu o poder no Egito.