Pelo menos 66 pessoas morreram entre quarta-feira e hoje em ataques do grupo extremista Estado Islâmico no sul e nordeste da Síria, indicou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Daquele total, pelo menos 41 morreram hoje em combates entre o Exército de Khalid bin Walid, organização ligada ao Estado Islâmico, e fações islâmicas entre as quais se encontra o ex-ramo sírio da Al-Qaida.

Segundo a agência noticiosa espanhola EFE, o Exército de Khalid bin Walid domina cerca de 250 quilómetros quadrados de território (0,13% da Síria) no oeste de Daraa, próxima da fronteira com Israel.

O Estado Islâmico também continua a ofensiva contra a cidade de Mayadin, no leste da província de Deir Ezzor, onde pelo menos 25 milicianos, sírios e estrangeiros, das forças pró-governamentais morreram nas últimas 48 horas.

O exército sírio e os seus aliados recuperaram o domínio de Mayadin em meados de outubro, mas os ‘jihadistas’ têm atacado a cidade em diversas ocasiões desde então.

Tendo proclamado um califado em zonas da Síria e do Iraque em junho de 2014, o Estado Islâmico perdeu grande parte do território que controlava em ambos os países no último ano.