Os Estados Unidos afirmaram, esta sexta-feira, que não consideram que exista alguma «ameaça concreta» à segurança do país pelos membros do Estado Islâmico.

No entanto, o secretário do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, Jeh Jonson, admitiu que os jihadistas já «demonstraram intenção e capacidade para atacar os cidadãos norte-americanos».

O anúncio surge depois de o Reino Unido ter aumentado, esta sexta-feira, o nível de alerta terrorista para «severo», o segundo mais alto. A ministra do Interior do país, Theresa May, justificou que, em causa, estão possíveis ataques preparados na Síria e no Iraque.

Johnson assegurou que os Estados Unidos tomaram medidas, este verão, para reforçar a segurança nos aeroportos com voos diretos para o país.

As garantias foram expressas no mesmo dia em que o Pentágono divulgou os custos das operações militares norte-americanas no Iraque.

Desde meados de junho, quando começaram as operações, os Estados Unidos já gastaram cerca de 500 milhões de dólares (379 milhões de euros) no Iraque, uma média de 7,5 milhões de dólares (5,7 milhões de euros) por dia.

«Em média, tem custado cerca de 7,5 milhões de dólares por dia», declarou o assessor de imprensa do Pentágono, John Kirby.