O primeiro-ministro britânico anunciou esta sexta-feira que os cidadãos ingleses afetos á «Jihad» que queiram regressar ao Reino Unido podem ser impedidos de entrar no país.

Declarações de David Cameron à margem da cimeira do G-20 que se realiza na Austrália.

A proposta do governo está a ser avaliada pelos partidos e o chefe do governo britânico conta que a nova lei esteja aprovada em janeiro.

A proposta contempla que os cidadãos britânicos relacionados com os extremistas islâmicos possam ser impedidos de regressar ao país natal durante dois anos, um prazo que pode ser prorrogado.

O controlo nos aeroportos também vai ser mais apertado, pelo que estes cidadãos podem ver o passaporte apreendido e o nome numa «lista negra» para que não possam apanhar voos com destino ao Reino Unido.
O regresso será permitido se se entregarem à justiça. Uma vez no país, estão sujeitos ao controlo por parte das autoridades, descreve a BBC. 

O Reino Unido tem sido apontado como um dos países onde são recrutados muitas pessoas para o Estado islâmico, quer nacionais, quer estrangeiros.