Falta de formação, desconhecimento sobre os protocolos ou uso de equipamento desadequado são algumas das deficiências detetadas por uma equipa de especialistas que analisou a resposta espanhola ao vírus do Ébola.

As conclusões fazem parte de uma investigação detalhada realizada por especialistas do Conselho Geral de Enfermagem (CGE) sobre o primeiro caso de contágio de Ébola fora de África, o da auxiliar de enfermagem espanhola Teresa Romero, infetada em Madrid.

«Os profissionais asseguram que não receberam formação necessária e não conhecem os protocolos. Não se sentem com garantias suficientes para atender estes pacientes. E queixam-se de ter estado em situações em que não sabiam o que fazer», disse Maximo Gonzalez Jurado, um dos autores da investigação.