A Amnistia Internacional (AI) qualificou, esta quinta-feira, de «escravatura moderna» a condição em que vivem e trabalham milhares de empregadas domésticas em Hong Kong.

As jovens são exploradas pelas agências de recrutamento atraídas pela promessa de altos salários, afirmou a organização de defesa dos direitos humanos no mais recente relatório publicado na antiga colónia britânica.

Na realidade, refere a AI, as jovens mulheres veem-lhes confiscados os seus documentos de identificação e serem-lhes extorquidas avultadas somas por essas mesmas agências pelas suas indignas condições de trabalho.