O atual primeiro-ministro grego e líder da Nova Democracia, Antonis Samaras, assumiu a derrota nas eleições gregas, quando estavam contados já metade dos votos, que deram uma clara vitória ao Syriza, o partido de esquerda, tido como radical, mas que foi adotando um discurso mais moderado nos últimos anos. Samaras vai respeitar a escolha do povo grego, que recaiu sobre Alexis Tsipras. Vai entregar a pasta «de consciência tranquila», deixando alguns avisos:

«Estou a entregar um país sem déficits, que é um membro do euro e da UE. A minha consciência está tranquila»


Apelando ao diálogo entre partidos - o seu ficou em segundo lugar com 27% dos votos - Samaras, entende que «o país precisa de consensos ousados».

Foi esta a primeira reação pública do atual primeiro-ministro à vitória do líder do Syriza. Samaras ligou, antes, a Alexis Tsipras. A Grécia fez história e virou à esquerda, depois de cinco anos de pesada austeridade e dois resgates financeiros. 

Tsipras: «Anulámos a austeridade, a troika é passado»​

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