Os maus resultados do PSOE nas eleições europeias em Espanha e que levaram à demissão do líder do partido, Alfredo Pérez Rubalcaba, outras cabeças rolaram, como Patxi López, secretário-geral do partido no País Basco, que anunciou a sua saída esta terça-feira e a marcação de um congresso extraordinário, como adianta o «El País».

E, porque a cadeira de Rubalcaba não pode ficar muito tempo disponível, alguns nomes já se enfileiram para suceder na presidência dos socialistas espanhóis.

O «El Mundo» avança com os seis nomes que se podem seguir a Rubalcaba. O «futuro» do PSOE pode ser uma mulher. Carme Chacón, ex-ministra da Defesa, próxima de Rubalcaba e que estava ao seu lado o congresso de Sevilha em que saiu vitorioso, e Susana Díaz, presidente da Junta da Andalucia, um nome escolhido por Zapatero.

Depois, há quatro homens que podem avançar para a corrida: Emiliano García-Page, alcaide de Toledo, Eduardo Madina, chefe do grupo parlamentar socialista no Congresso, Patxi López, líder do PSE do País Basco e que vai a congresso para reforçar a liderança e a confiança do eleitorado socialista local. Por último, Pedro Sánchez, um nome que pode cativar o eleitorado jovem.