O Estado Islâmico fez explodir três túmulos numa torre histórica, em Palmira, contruídos entre os anos 44 e 103 d.C. Mais um ataque com efeitos desastrosos, depois da destruição, na últimas semanas, de dois templos na mesma cidade Património Mundial da UNESCO. 

Uma das sepulturas destruída neste ataque foi a de Elahbel, erguida em 103 d.C.,com quatro andares e um piso subterrâneo, tendo capacidade para acomodar até 300 sarcófagos.
 
Os jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico estão a avançar no controlo de Palmira desde maio.

Há duas semanas, foi a vez de destruírem o templo de Baal Shamin, com uma grande quantidade de explosivos que arrasou a parte interior do edifício e fez as colunas cederem. 
  
E no último domingo, atacou o templo mais importante de Palmira - o templo de Bel. A UNESCO classificou o ato como “um crime intolerável contra a civilização”.