Um tribunal do Egito condenou, este sábado, à morte, o antigo Presidente Mohamed Morsi e outros 105 membros da Irmandade Muçulmana.

De acordo com a AFP, Mohamed Morsi foi considerado culpado de passar informações secretas, que permitiram uma fuga em massa de uma prisão, em 2011.

A pena capital está sujeita a um parecer não vinculativo do "mufti" (jurista que interpreta a lei islâmica) do Egito, antes de ser confirmada ou revogada.

Mohamed Morsi já tinha sido condenado a 20 anos de prisão, há três semanas, num primeiro processo relacionado com atos de violência.