Caças F-16 dos Emirados Árabes Unidos atacaram com sucesso várias refinarias de petróleo que estavam sob controlo de membros do Estado Islâmico, numa tentativa de «secar» as suas fontes de rendimento.

Segundo a Reuters, que cita a agência WAM, os caças que saíram da Jordânia conseguiram regressar à base em segurança.

Este é o segundo ataque que os EAU fazem sobre os jihadistas, depois de uma suspensão de várias semanas, devido ao rapto do piloto jordano, Maaz al-Kassasbeh, que foi mais tarde morto pelo EI.

Esta segunda-feira também o Egito já tinha bombardeado várias posições do Estado Islâmico, em resposta à decapitação de 21 cristãos egípcios numa praia de Líbia
 
De acordo com um comandante da Força Aérea da Líbia, 40 a 50 militantes foram mortos durante os ataques. «O número de mortos não é menos do que 40 ou 50, com certeza», afirmou Saqer al-Joroushi na televisão estatal egípcia. 

O Presidente do Egito, Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, convocou, na noite de domingo, de urgência, o Conselho de Defesa nacional e prometeu punir os «assassinos» de maneira «adequada». 

«As nossas forças armadas levaram a cabo na segunda-feira ataques aéreos visando acampamentos e locais de encontro ou de depósito de armas do Daech (acrónimo do EI em árabe) na Líbia», diz um comunicado do exército, citado pela agência noticiosa francesa AFP. 

Depois de ter conhecimento do vídeo, no domingo à noite Presidente do Egito avisou que o país se reservava «o direito a responder no modo e tempo que considere adequados» à execução.