"Nós vamos precisar de pessoas que paguem as pensões dos mais velhos. E a pirâmide, de facto, está completamente invertida. Portanto, temos de ter gente mais nova, e a forma de o conseguir é através de uma gestão adequada e prudente da imigração - com formação, para não formar novos guetos, porque isso é terrível - e também com políticas ativas de apoio à natalidade", declarou.




"As últimas notícias que recebi, por exemplo, da Alemanha são interessantes. Os alemães estão agora em relação a estes refugiados que estão a vir, estão agora a dar-lhes formação na própria língua", prosseguiu.




"Nós em Portugal, felizmente, é talvez um dos traços da nossa cultura, até agora, evitámos isso. Isso deve-se muito também à facilidade com que, mesmo quando são etnicamente diferentes, nós conseguimos integrar pessoas do espaço da lusofonia", considerou.