Ir à Índia e não ver o Taj Mahal é como ir a Roma e não ver ir ao Vaticano ver o Papa. As visitas a este que é um dos marcos mais famosos daquele país asiático vão passar a ter uma duração limitada por pessoa. Limitada, mas ainda assim um período considerável: três horas. Já a partir de 1 de abril e tudo para evitar a superlotação no local turístico popular.

O enorme edifício de mármore branco, listada como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, chega a atrair pelo menos 50 mil visitantes por dia, ao fim de semana, indicou à CNN o porta-voz da Archaeological Survey of India, que supervisiona o Taj Mahal.

Às vezes as pessoas acabam por passar um dia inteiro no Taj [Mahal]. Isso cria uma situação de sobrelotação. Estão a ser tomadas medidas para que o movimento dos visitantes possa ser regulado (...) para garantir que não ocorram incidentes ou acidentes"

É que, constatou DN Dimri, de dia para dia, o número de visitas está a aumentar. Todos os anos, são cerca de sete milhões.

A nova medida vai ser aplicada tanto a visitantes locais como vindos de fora.

O Taj Mahal foi construído no século XVII pelo imperador muçulmano Mughal Shah Jahan, como forma de homenagear a  sua terceira esposa, Mumtaz Mahal, que morreu durante o parto. Foi concluído em 1648.

Veja também: