Dois terços dos indivíduos observados no estudo eram casados, 12% eram divorciados ou separados, 21% eram viúvos e 2% nunca se tinham casado. De acordo com o estudo, divulgado na quarta-feira, quando se partia para uma cirurgia, os pacientes casados já tinham tendência a ter um estado de saúde geral mais favorável.

 

No pós-operatório, “o estado civil estava frequentemente associado com morte ou sequelas novas”, adianta o estudo, citado pela AFP.

 

“Os participantes divorciados, separados ou viúvos tinham 40% mais probabilidades de morrer ou de desnvolver qualaquer sequela, durante os primeiros dois anos após uma cirurgia cardíaca, por comparação com os participantes que eram casados.”

Depois da cirurgia, 19% dos participantes no estudo que eram casados morreram ou desenvolveram sequelas, enquanto que os mesmos problemas se revelaram em 29% dos divorciados e em 34% dos viúvos. Um quinto daqueles que nunca tinham casado ou morreram ou desenvolveram uma complicadação pós-cirurgica que os deixaram com incapacidade para tarefas do dia-a-dia, como vestirem-se, andarem ou comerem sozinhos.

 

As constatações, dizem os cientistas podem estar relacionadas com o papel do apoio familiar dos pacientes, no período pós-operatório.